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(1978) - A pressão da sociedade organizada
e dos trabalhadores, motivados pelas graves doenças que contraíram,
fecham a fábrica do Penta, porém a fábrica do TetraPer segue silenciosa
e firme para o seu destino igualmente fatídico.
(1987) - Devido a degradação
ambiental generalizada na região, causadas pela fábrica do Penta e
ampliada infinitamente pela nova fábrica do Tetra, a Rhodia instala
e põe em funcionamento o "SINCRE", Sistema de Incineração de Resíduos,
tido como a grande solução dos problemas de contaminação na Baixada
Santista. Este sistema sofre várias e sérias modificações nos seis
anos de funcionamento, tais como: abaixamento em 300ºC na temperatura,
aumento na carga de alimentação muito acima do normal, e a instalação
de um painel que desativava o sistema de segurança, tudo em desconformidade
com o projeto original.
(1992) - Começam os primeiros
rumores de contaminação por organoclorados nos moradores da área dos
Pilões em Cubatão, e da área Continental em São Vicente. Alguns trabalhadores
por conta própria, se submetem ao exame para detecção do hexaclorobenzano
(HCB), e têm a triste notícia que estão igualmente contaminados, porém
alguns agora com reincidência, pois além da contaminação adquirida
na antiga unidade do Penta, agora também estão contaminados pelo HCB.
(1993) - O Ministério
Público do Estado de São Paulo, após ter confirmadas todas as denúncias
sobre a poluição e as condições inadequadas a que estavam sendo expostos
os funcionários, interditam toda a área onde funcionavam a fábrica
do TetraPer e o Sincre. Surge agora informações que o tipo de incinerador
instalado pela Rhodia, é altamente perigoso e gerador de dioxinas,
e que já havia sido condenado em vários países do mundo.
(1994) - Santos, é fundada
a ACPO, uma associação de funcionários da Rhodia, extensiva aos funcionários
das empreiteiras e ex-funcionários destas empresas. Seus estatutos
têm como meta principal unir os trabalhadores para em conjunto lutarem
em torno das indenizações devidas, e buscar três tópicos importantíssimos
para tranqüilizar os trabalhadores, são elas: "garantia vitalícia de
emprego", "garantia vitalícia a uma assistência médica completa", e "garantia
de trabalho com segurança e sem mais contaminações".
(1997) - São Paulo, começam
a entrar em execução os primeiros processos acidentários contra o INSS,
apesar da resistência de alguns juizes em reconhecerem o nexo causal
da contaminação que restringe o campo de trabalho. Em 1998, acumulam-se
aproximadamente vinte processos julgados procedentes e já em execução.
(1999) - A ACPO participou de várias lutas
nestes anos. Temos observado que mesmo com as várias sentenças judiciais
favoráveis ao meio ambiente atingido, as condenações não tem sido suficientemente "exemplares" para
fazer parar a degradação. O Estado, infelizmente torna-se cada vez
mais conivente com a situação. No caso Rhodia, já temos registrados
9 óbitos desde o fechamento da fábrica em 1993, e vários trabalhadores
continuam expostos nas áreas que foram inadequadamente liberadas para
ocupação humana. Nas áreas externas afetadas por estes materiais, todos
os estudos dos efeitos sobre a população foram cancelados pelo Estado,
e apesar de muitos dados sobre a contaminação ambiental, há pouquíssimos
dados sobre a saúde humana. Há um grande descaso das autoridades em
relação a contaminação desta população.
Reflita! - Tenhamos sempre
bom senso quanto ao ambiente comum, pois não há quem escape do meio
ambiente contaminado. Cuidarmos da terra que pisamos, do ar que respiramos,
e da água que bebemos, é cuidarmos de nós mesmos. Pense nisso!
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TRABALHADORES EM DEFESA DA VIDA
Saúde Ocupacional:
As queixas clínicas de funcionários e ex-funcionários
da Usina Química Cubatão (UQC) foram também relacionadas por AugustoŒ,
mostrando distribuição semelhante a encontrada na literatura referente
a exposição crônica a organoclorados. Cerca de 76% apresentava queixas
neuropsicológicas e dentre estas, as mais comuns eram a cefaléia, fadiga,
irritabilidade, e dificuldade de memorização. Destes, 21% apresentavam
problemas hepáticos, sendo que dentre estes, esteatose hepática, hepatite
crônica e atividades enzimáticas aumentadas (TGO e TGP), dentre outros.
As queixas osteomusculares apareceram em 44,7% dos trabalhadores, gastrintestinais
em 36%, dermatológicas em 38,8%, imunológicas em 28,2%, respiratórias
em, 9,4%, cardiovasculares e genito-urinárias, 7,0% e outras diversas,
12,9%. A cloracne afetou próximo de 100% dos trabalhadores da produção
do pentaclorofenol - nos familiares dos trabalhadores da produção de
solventes clorados, dos poucos casos aprofundados foram verificados
que todos foram atingidos pela contaminação, devido as roupas impregnadas
de resíduos levada para lavagem em casa.
Merece maior investigação a causa básica de morte
de funcionários e ex-funcionários da UQC. Quatro operadores do incinerador,
de 29, 32, 36 e 52 anos foram a óbito entre 1992 e 1994 e pelo menos
dois deles (de 32 e 36 anos), com quadro de emagrecimento acentuado
e rápida deterioração das funções vitais, compatíveis com depressão
imunológica aguda, tendo sido os testes para a Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida negativos para ambos. Nenhum estudo de causa de morte de
funcionários e ex-funcionários da empresa foi realizado até o momento.
Recente investigação realizada pela Junta Médica tripartite, composta
(constituída por força do termo de ajustamento do acordo do processo
249/93 - 1ª vara da comarca de Cubatão) por um médico do Ministério
Público, outro da empresa Rhodia e outro representante dos Trabalhadores
constataram que cerca de 95% dos trabalhadores estão com alguma doença
ou agravo relacionados aos organoclorados, "ainda que o - "Doutor
René Mendes" - então médico representante da empresa Rhodia
dentro da Junta Médica, com todo um histórico de estudo sobre a nocividade
dos organoclorados na saúde humana venha colidindo com a comunidade
cientifica e paulatinamente tentando descaracterizar os vários exames
médicos de ponta, (como por exemplo o Neurocomportamental realizado
pela Dra. Beatriz H. Lefévre) dando um exemplo de como não se deve
agir um médico formado para proteger e salvar vidas humanas".
CRIMES CONTRA A HUMANIDADE
Interferentes hormonais:
(endocrine disruptors)
No curso de sua investigação sobre os Interferentes
hormonais, a Dra. Theo Colborn, uma cientista do WWF, têm revistos
mais de 5000 estudos e consultado centenas de cientistas ao redor do
mundo. Com atenção científica voltada para o fato que estes e outros
produtos químicos sintéticos estão afetando profundamente o sistema
endócrino dos animais selvagens e seres humanos, vários e novos estudos
estão sendo realizados e os resultados sendo publicados. Estas publicações
tem mostrado que determinados produtos químicos como por exemplo: o
Hexaclorobenzeno, Pentaclorofenol, Aldcarb, DDT, Clordane, Benzo-A-pireno,
Chumbo, Cádmio, e Mercúrio, estes entre outros numa lista de mais de
50 produtos químicos, são comprovados agentes na produção dos Interferentes
hormonais, e por sua vez responsáveis por diversos distúrbios na saúde
do ser humano, tais como; deficiência imunológica - problemas no sistema
reprodutivo - comportamento, inteligência - câncer, etc...
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INTERFERENTES HORMONAIS, A GÊNESES EM PERIGO!
Sumário
Glândulas
Endócrinas: Designação genérica de diversas estruturas orgânicas
que elaboram e secretam hormônios diretamente na corrente sangüínea.
Entre elas se encontram a hipófise, a tireóide, as supra-renais,
os ovários e os testículos. Os hormônios são produzidos nestas glândulas,
e de seu estudo ocupa-se a endocrinologia. Podem ser entendidos como
mensagens químicas que estimulam ou inibem uma resposta. O mecanismo
de sua atuação ainda não está inteiramente esclarecido, mas é certo
que envolve a interação de grupamentos específicos de suas moléculas
com outros grupamentos químicos também específicos do ponto de ação
(ou alvo do hormônio) denominados receptores: estes podem estar no
interior da célula (receptores citossômicos) ou em sua superfície
(receptores de membrana).
Imagem: WWFCanada
|

Crianças no
Quebéc - Canadá, apresentam o sistema imunológico bastante
danificado. O índice de contaminação por organoclorados
no leite materno chega a dez vezes mais que em outras regiões.
Imagem:
WWFCanadá |

Na
região dos
Grandes lagos no Canadá tem-se observado grandes problemas
no sistema reprodutivo dos peixes locais, a foto mostra
o aumento muito grande na tiróide do peixe, contaminado
por organoclorados.
Imagem:
WWFCanadá |
PÁGINA - 05
FUTURO ROUBADO
A Ação dos Interferentes Hormonais - (Endocrine
Disruptors)
1) As
células recebem mensagens
do Hormônios através dos Receptores. |
2) Os
Hormônios ajustam-se
aos Receptores como chave em uma fechadura. |
3) O
complexo Hormônios
e Receptores ativam as células. |
4) Os
Interferentes Hormonais também se ajustam aos Receptores. |
5) Com
mímicas, os Interferentes
Hormonais enviam mensagens erradas à célula. |
6) Assim,
os Interferentes Hormonais também bloqueiam os sinais normais à célula. |
Imagem
(copiada e modificada): WWFCanadá
"O conceito de proteção da natureza implica no reconhecimento
que a primeira natureza violentada na sua integridade é a natureza
do homem e, sobretudo, a dos operários".
BERLINGUER, G. Medicina
e Política. São
Paulo, Hucitec.
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CONTAMINAÇÕES...
No Canadá, Estados Unidos, e em vários países do
mundo existe uma mobilização muito grande na área de pesquisa sobre
os efeitos dos produtos químicos no organismo humano e no banimento
imediato dos POPs - Poluentes Orgânicos Persistentes. Formados por
estruturas orgânicas de carbono e hidrogênio, aos quais se juntam átomos
de cloro, os compostos organoclorados são os produtos sintetizados
pelo homem que mais impacto causam à natureza. Isso deve-se basicamente
a seu alto poder de acumulação e sua resistência à degradação. Em 1966,
causou sensação a divulgação de que pesticidas jamais utilizados em
Londres apareciam em quantidades mensuráveis no ar, na água de chuvas
e nos rios. Primeiramente interpretados como erro analítico, hoje é senso
comum que os químicos orgânicos dispersam-se por todo o planeta. E
no Brasil, haverá motivo para tanta preocupação por parte da população?
Os resultados dos exames recentes realizados em 156 trabalhadores que
tiveram contato direto com estes tóxicos indicam que sim, pois como
vimos mais de 95% dos trabalhadores da Rhodia possuem algum problema
ou agravo de saúde proveniente da exposição aos organoclorados produzidos
na fábrica da Rhodia em Cubatão. Mas, 156 funcionários contaminados
serão motivo para preocupação governamental?
Como vimos, resíduos organoclorados foram espalhados
em diversos pontos na Baixada Santista - SP - Brasil, onde uma solução
ideal está longe de ser alcançada pelas empresas envolvidas na descontaminação.
No rio Pilões em Cubatão, posicionado rio acima do local onde é feita
a captação da água pela empresa estatal de água e esgoto - Sabesp,
e que vai abastecer a população da Baixada Santista, encontra-se um
dos grandes despejos clandestinos de resíduos efetuado pela empresa
Rhodia, análises dão conta que antes e após desta captação de água
encontraram organoclorados na água.
Estima-se que na Baixada Santista mais de 40.000
pessoas tiveram contato direto com estes produtos, ou através de ingestão
de água e alimentos contaminados, tais como 7,7 ug/Kg de hexaclorobenzeno
(HCB) na banana, 980 ug/Kg no frango, 5000 ug/Kg nas vísceras de peixes
locais e até 42 ug/l na água de poços artesianos. Esta população encontra-se
sem nenhuma assistência ou acompanhamento médico específico, sendo
talvez as generosas doações para campanhas políticas mantidas por essas
empresas o maior empecilho para que os candidatos eleitos, em nome
do Estado exijam solução adequada para o problema aos seus patrocinadores.
Nos primeiros levantamentos executados pela Dra.
Agnes Soares da Silva - "O Projeto Samaritá" - constituído pelo Escritório
Regional de Saúde - ERSA-52 - da Secretaria de Estado da Saúde de São
Paulo, mostrou antes de ser abandonado "absurdamente" pelos novos administradores,
a contaminação e as seqüelas em diversas pessoas pesquisadas, o leite
materno com níveis altíssimos de organoclorados. E no resto do país
haverá mais problemas?
Temos certeza que o capital selvagem e sem pátria
dos grandes conglomerados da área química vêm contaminando, mutilando
e matando adultos e crianças tanto na área rural como nas periferias
das grandes cidades em várias partes do nosso país, onde o trabalhador é o
primeiro a arcar com a sua saúde, o passivo ambiental destas poderosas
multinacionais. Casos semelhantes aos de Vila Socó e Vila Parisi, onde
haviam registros graves de saúde pública, inclusive com nascimento
de crianças sem cérebro, estão longe de terem um fim; é preciso uma
atuação dura de âmbito Federal, e esperamos do Ministério da Saúde na
pessoa do Senhor Ministro, esta ação firme, a qual, não estamos
encontrando nos gabinetes Municipais nem Estaduais. Os poucos legisladores
que nos ouvem não encontram eco para discussões destes problemas dentro
de suas câmaras, ignoram eles o fato que o lixo tóxico avança a passos
largos sobre a mesas de todos nós.
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TRABALHADORES EM BUSCA DE PARCERIA
Temos
observado que os operários
do terceiro mundo em geral são tratados como trabalhadores de terceira
classe, trabalhadores continuam morrendo no Brasil durante a execução
do seu ofício. Seja na atividade rural, na construção civil, na atividade
portuária ou nas indústrias em geral, encontramos trabalhadores com
um baixíssimo nível de segurança e saúde no seu trabalho. É o operário
que despenca da construção, o outro que almoça sob o sol escaldante
do meio-dia, o outro que é banhado por químicos da tubulação mal conservada,
e outras centenas de situações que mostram uma falta de vontade de
muitos empresários em investir no homem.
Mesmo nas indústrias consideradas de ponta onde
o tema segurança é tratado por um departamento especializado encontramos
distorções graves, como por exemplo no "Caso Rhodia", onde a empresa
reuniu todas as condições para funcionamento das fábricas, inclusive
operava com seu departamento de segurança industrial e medicina ocupacional
em pleno funcionamento, porém negligenciou desde o início informações
preciosas a seus operários, como por exemplo aquele que apontava que
os níveis de exposição dos operários eram muito além do padrão seguro.
Hoje temos certeza que o setor de saúde ocupacional tinha a ciência
do problema e foi conivente com a empresa.
O setor de segurança industrial todo tempo andou
com as mãos atadas, primeiro pela falta de informações precisas do
setor médico sobre as patologias que vinham afetando os funcionários
e segundo pela irresponsabilidade total do projeto que não adotou as
medidas de segurança que deveriam acompanhavam a planta original de
fabricação, o - EPC - Equipamento de Proteção Coletiva. Este EPC trata-se
de um incinerador, que se fosse implantado na ocasião do início da
produção, reduziria em muito a contaminação global da Baixada Santista.
O SINCRE - Sistema de Incineração de Resíduos entrou
em operação apenas em 1987, para amenizar a destruição ambiental já consumada,
mas como vimos foi alvo das mais altas aberrações, tendo sua rota mudada,
para uma total desfiguração do projeto original, havendo fortes suspeitas
de escape de dioxinas para atmosfera. Por outro lado, sentimo-nos agredidos
também pelos órgãos de controle do Estado, pois se curvaram ao capital,
agindo de forma conivente com aqueles exploradores de espírito predador
que degradam o Meio Ambiente e como conseqüência os seres viventes
ali inseridos.
A nossa proposta é a parceria, através de um contrato
responsável com as entidades de controle da saúde no trabalho afim
de reunir condições para que seus técnicos possam prestar uma assessoria
digna ao trabalhador, uma parceria direta com os agentes responsáveis
pela pesquisa na área médica onde possam apontar com antecedência situações
de risco à saúde do trabalhador, advinda do contato com determinados
derivados da produção industrial, pois vimos que os departamentos de
saúde ocupacional das empresas infelizmente têm se mostrado inaptos
para interferirem nas demandas que se acumulam em seus arquivos, e
os departamentos segurança industrial seguem amarrados às contingências
financeiras patronais.
Uma aproximação para se promover trocas de informações
constante direto com o trabalhador e um firme controle nos departamentos
de segurança e saúde das empresas, afim de contribuir na melhora das
relações entre o capital e o trabalho talvez fosse o ideal. Enganam-se
profundamente, aqueles que pensam que nós trabalhadores não nos preocupamos
também com as metas de nossos empregadores, pois afirmamos que sim!
E ainda dizemos que a grande maioria vestiu com orgulho a camisa da
empresa que trabalha, onde ajudamos impor históricas marcas de produtividade,
mas o sentimento de tristeza nos apunhalam pelas costas, quando a mesma
empresa que aprendemos defender e amar, nos rejeitam com nosso sangue
e gordura contaminados pelos tóxicos que ela própria criou.
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Não queremos ser apenas mais alguns sonhadores,
se todos tivermos os pensamentos voltados para uma realização,
ela frutificará, é no campo mental que se iniciam as materializações
do que desejamos, portanto projetamos uma parceria idealizada
para que entre patrões e empregados possam haver trocas
mutuas e responsáveis, de trabalho em ambiente equilibrado
por um salário justo, mas que principalmente os três; trabalhador,
patrão e natureza, cheguem ao fim do contrato com sua saúde
e dignidade preservadas. |
Bibliografia:
Tese de Mestrado da Dra. Agnes Soares da Silva / 1994
Pesquisa:
Home Page do Greenpeace - http://www.greenpeace.org.br/
Home Page do WWF - http://www.wwfcanada.org/
Enciclopédia Britânica: Barsa
Referência:
Œ AUGUSTO,L.G.S. Exposição
Ocupacional a organoclorados em indústria química de Cubatão / 1995